Como lembra-se de um sonho. Fica perto, mas sai. Outros níveis, lugares onde tudo é som. Depois da música. Como um quebra cabeças que sempre existiu, com peças ainda por descobrir. Não é nem mais cruzamento, é outra coisa. Talvez um teórico consiga melhor, mas também não é isso. Uns iniciam um caminho, mostram o que fizeram e quem fica continua. Tal o que houve por volta do ano 68, brigas e desentendimentos. Cada um pro seu lado. Viver neste século pensando nos outros, fazer o caminho de volta, mesmo sem poder olhar para trás, mesmo. Algo se esclarece, mas ainda é cedo para saber. Talvez não seja nem saber, seja ver, ou ouvir. O corpo é prova de existência, e por isso, vamos ao Carnaval. Evoé!
Pedro Lago.
Pedro Lago.